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Hipoteca: A hipoteca é o direito real que o devedor confere ao credor, sobre um bem imóvel de sua propriedade ou de outrem, para que o mesmo responda pelo resgate da dívida.

O que garante a dívida é a substância de um imóvel, no qual continua na posse do proprietário, embora responda pelo resgate do débito. O devedor conserva em suas mãos o bem dado em garantia. Mas, não paga a dívida, o devedor pode alienar judicialmente a coisa. O preço alcançado tem primazia para cobrar-se da totalidade da dívida e de seus acessórios.

Espécies de hipoteca A hipoteca convencional : quando se origina do contrato A hipoteca legal : quando emana da lei A hipoteca judicial : quando decorre de uma sentença.(isso não existe mais)

Príncipios regendo a hipoteca
O príncipio de especialização A especialização consiste na determinação precisa dos bens dados em garantia (descrição, localização) bem como o montante da dívida. Assim, terceiros que tomem conhecimento do negócio podem avaliar o ônus que pesa sobre esse bem. A falta de especialização impede o surgimento do direito, conduzindo a invalidade do negócio em relação a terceiros.

O príncipio da publicidade A publicidade se faz através da inscrição. Sendo a hipoteca um direito real, só se consitui após o registro do título no Registro adequado.

Efeitos da hipoteca Efeitos em relação ao devedor = O devedor conserva todos os direitos sobre a coisa. Mas não pode praticar atos que sejam capazes de desvalorizar a coisa, deteriorá-la ou destruí-la. Proposta a ação executiva, o bem dado em garantia é arrancado das mãos do devedor e entregue ao depositário judicial.

Efeitos em relação ao credor hipotecário Vencida a obrigação, pode o credor vender ou trocar judicialmente o imóvel objeto da garantia e pagar-se de seu crédito, com preferência sobre qualquer outro credor.

Efeitos diante de terceiros O aquirente do imóvel hipotecado não pode impedir que o prédio seja objeto de execução, alegando ignorância do fato. Entretanto, quando se tratar de aquisição por usucapião extraordinária, diante da inexigibilidade da boa fé para sua aquisição, o terceiro poderá, preenchidos os requisitos legais para usucapião, alegar em sua defesa este instituto jurídico.

Fonte: Wikipedia Hipoteca